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Os aspectos psicológicos contribuem na formação de muitas doenças e tem um papel fundamental na recuperação e na capacidade de lidar com tais situações. A psicoterapia oferece recursos importantes para uma compreensão mais ampla do processo de adoecimento assim como estratégias para melhorar a qualidade de vida do paciente, já que a visão global deste é fundamental para que resultados eficazes sejam alcançados durante o tratamento.
A Psicodermatologia é um novo ramo da Psicologia que se dedica ao estudo e tratamento de problemas dermatológicos causados e/ou influenciados por fatores psicológicos. Nessa nova área, o trabalho de médicos e psicólogos vem se integrando na busca por um melhor entendimento das doenças de pele, já que a pele é considerada como o primeiro meio de contato com o mundo externo, além de um importante meio de manifestação de conflitos e emoções.
Pensando que cada paciente é único e que ele terá sua própria representação para sua doença, as intervenções exigem um tratamento individual e que possa considerá-lo como um ser humano integrado, no qual, constantemente, aspectos psicológicos, biológicos e sociais interagem.
Tese de doutorado comprova que pacientes de vitiligo que receberam tratamento médico e psicológico apresentaram um percentual de repigmentação de até 80%, enquanto que, pacientes que somente receberam tratamento médico obtiveram 20%, o que demonstra a importância de um trabalho integrado no tratamento das doenças de manifestação psicossomática. Leia o artigo na integra no link:
Importância da integração entre aspectos médicos e psicológicos para o tratamento de doenças de pele, pensando o paciente como corpo e mente. Leia o artigo na integra no link:
Segundo pesquisa realizada com mais de 50 mil pacientes das redes pública e particular do Rio de Janeiro, um terço dos pacientes com problemas de pele, como psoríase, vitiligo e herpes labial, entre outros, sofre influências emocionais, como estresse, depressão ou ansiedade.
Link: http://odia.terra.com.br/ciencia/htm/geral_109295.asp
Trabalho em grupo para pais e filhos contribui para a aceitação da doença, diz psicóloga que atua com crianças com doenças de pele.
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